[RESENHA #414] TIPOS INCOMUNS (ALGUMAS HISTÓRIAS) - TOM HANKS - Saga Literária

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terça-feira, janeiro 30, 2018

[RESENHA #414] TIPOS INCOMUNS (ALGUMAS HISTÓRIAS) - TOM HANKS

Título: Tipos Incomuns (Algumas Histórias)
Autora: Tom Hanks
Editora: Arqueiro
Páginas: 352
Ano: 2017
ISBN: 9788567097466

Onde Comprar:
Amazon - Saraiva

Sinopse: Tom Hanks explora em sua primeira obra de ficção uma coletânea de histórias que disseca, com grande afeição, humor e perspicácia, a condição humana e todos os seus defeitos. Um affaire agitado e divertido entre dois grandes amigos. Um ator medíocre que se torna uma estrela e se vê em maio à frenética viagem de divulgação de um filme. O colunista de uma cidadezinha com um ponto de vista antiquado sobre o mundo. Uma mulher se adaptando à vida na nova vizinhança após o divórcio. Quatro amigos e sua viagem de ida e volta à Lua num foguete construído num fundo de quintal. Essa são apenas algumas das pessoas e situações que Tom Hanks explora em sua primeira obra de ficção. Os contos têm algo em comum: em todos, uma máquina de escrever desempenha um papel - às vezes menor, às vezes central. Conhecido por sua sensibilidade como ator, Hanks traz essa característica para sua escrita. Ora extravagante, ora comovente, ocasionalmente melancólico, Tipos Incomuns deleitará e surpreenderá seus milhões de fãs.

Resenha: Tom Hanks nos apresenta em seu primeiro livro, uma coletânea de contos que recebeu o título de Tipos Incomuns (Algumas Histórias). Nele, Hanks nos presenteia com diversos personagens em situações que poderiam, em sua grande maioria, acontecer com você, comigo ou qualquer pessoa comum. Eu mesmo me identifiquei várias vezes durante a leitura e é isso que talvez seja o grande diferencial dessas histórias, a identificação do comum.

Em "Três Semanas Exaustivas", conhecemos quatro amigos de etnias diversificadas. Quando dois deles acabam se tornando um casal. Porém, o que era para ser "algo" romântico, acaba se tornando uma divertida e leve comédia.

"Ser namorado de Anna era como treinar para ser um fuzileiro naval, trabalhando simultaneamente em horário integral num centro de atendimento da Amazon, no Oklahoma Panhandle, na temporada de tornados. Toda hora, todo dia, havia algo acontecendo. Meus cochilos das 14h30 eram coisa do passado." p. 24.

"Véspera de Natal de 1953", conta a história de uma (de muitas) vésperas de natal de veterano de guerra Virgil Beuell e sua família. A leveza e a alegria da festa de natal com seus presentes debaixo da grande árvore de natal, da ansiedade das crianças com os presentes e o Papai Noel, além do amor entre os personagens adultos são bem demonstrados nesse conto. O ponto mínimo de melancolia, fica por conta da história dos ferimentos sofridos por Virgil na guerra e na espera da ligação mais importante do ano para ele.

"Virgil calçou de novo as galochas e vestiu o casaco pesado, abrindo a porta da frente apenas o suficiente para passar. Oito centímetros de neve haviam se acumulado. Sem chapéu, ele foi ao porta-malas do Plymouth para pegar os presentes do Papai Noel. Sem querer arriscar uma queda na calçada gelada, Virgil fez duas viagens carregando pouco peso. Fechando o porta-malas, parou por um momento para refletir sobre a última hora da véspera de Natal de 1953. Uma noite fria, sim, mas Virgil já tinha visto piores." p. 46.
"Uma Viagem à Cidade da Luz", mostra o ritmo alucinante de um ator fracassado consegue seu bilhete de loteria ao ser escalado para um filme de sucesso. Rory Thorpe sai do anonimato para o estrelato praticamente da noite para o dia, mas mal sabe ele que isso não vem de graça e é tão frágil quanto uma bela vitrine de loja.

"Em Berlin, o relógio biológico de Rory estava tão alterado por conta do jet lag que ele se viu cheio de energia às três da manhã e resolveu sair para correr. Deixando o hotel, foi ignorado pelas dezenas de fervorosos fãs alemães de Cassandra Rampart que esperavam a noite inteira - e continuariam a fazê-lo por toda a manhã - na esperança de vê-la mesmo que por apenas alguns segundos." p. 70.

"Nossa Cidade Hoje com Hank Fiset - Um elefente na sala de redação", vem na forma de tabloide e é bastante divertida. Hank Fiset é um velho jornalista que não gosta muito das modernidades, principalmente em sua área de trabalho, mas que tem uma visão divertida e saudosista do passado.

"Muitos rumores aqui no jornal! O elefante na sala diz que Tri-Cities Daily News/Herald está desistindo do fantasma econômico da versão impressa do nossa grande jornal de três metrópoles. Se/quando essa mudança estratégica for feita, a única maneira de você ler minha coluna e todo o conteúdo que tem em mãos agora vai ser num de seus muitos dispositivos digitais - seu telefone, talvez, ou num relógio que precisa ser recarregado a cada noite." p. 81.
"Bem-vindo a Marte", narra uma manhã do aniversário de 19 anos de Kirk Ullen, quando acordado pelo seu pai, ambos vão surfar na praia chamada de Marte perto da casa deles. Mas o que seria uma manhã prazerosa entre pai e filho, traz uma dolorosa descoberta para Kirk.

"De pé nas areias de Marte, eles viram uma série de ondas estourar enquanto prendiam as tornozeleiras de velcro. Cerca de uma dezena de ondas grandes e bem formadas se seguiam antes de o ritmo diminuir, permitindo que Kirk corresse para o mar, subisse em sua prancha e remasse para longe, passando pelas ondas menores que quebravam atrás dele." p. 93.

"Um mês na Greene Street", conta como Bette se mudou para sua casa nova com seus três filhos [duas meninas e um menino]. Lugar agradável e familiar, trouxe um pouco de paz a ela, depois de quase dois anos de um processo de divórcio. Mas Bette, de uma certa forma, já sabia há tempos que aquela casa na Greene Street com uma enorme árvore no quintal da frente seria dela. Bette Monk, sabia de muitas coisas antes de acontecerem, pois ela tinha visões. Então já sabia da casa e da máquina de café expresso também, é claro.

"Por fim, sentou-se no sofá da sala de estar com uma enorme caneca de café expresso e leite 2% vaporizado. A grande janela parecia uma tela de cinema exibindo um filme chamado Moro Aqui Agora. Uma cavalgada de crianças entrava e saía de quadro, um grupo que ou morava na Greene Street ou fazia do quarteirão a sede da gangue." p. 107.

"Alan Bean Mais Quatro", mostra uma viagem a lua com um foguete montado no fundo do quintal de um dos astronautas. Muito divertido.

"A falta de peso é tão divertida quanto você pode imaginar, mas também é problemática para alguns viajantes  do espaço, que, sem motivo aparente, passa suas primeiras horas lá em cima vomitando, como se tivessem exagerado na festa pré-lançamento." p. 133.

"Nossa Cidade Hoje com Hank Fiset - À vontade na Big Apple", traz de volta Hank com seu olhar perspicaz e saudosista sobre a grande metrópole de Nova York.

"Eu acho que NY é muito melhor na Tv e nos filmes, quando um táxi está a apenas um assovio de distância e os super-heróis salvam o dia." p. 139.
"Quem é Quem?", pode ser a história de milhares de atrizes antes da fama e também daquelas que jamais chegaram a tanto. Sue Gliebe tem uma vida miserável e por ter acreditado na palavra de uma outra "amiga", acaba tendo que aguentar situações humilhantes. Sue apesar de talentosa, ainda é apenas mais uma dentre milhares de mulheres que tentam a carreira de atriz. Porém, talvez um encontro ao acaso possa mudar essa história toda.

"Sue tinha tomada um banho rápido e silencioso na pequena banheira, usando um chuveirinho de borracha que subia da torneira. A água gotejava num fluxo fraco que se alternava de morno a quente como a superfície de Mercúrio. Desde que chegara a Nova York, ainda não tinha se sentido realmente limpa e seu couro cabeludo começara a coçar." p. 145.

"Um Fim de Semana Especial": Kenny está com quase 10 anos de idade e como presente iria passar um final de semana todinho com sua mãe em sacramento no hotel em que ela trabalhava. O melhor é que iriam de carro, somente ele e sua mãe. Mas o melhor estava por vir, de verdade.

"Quando ele era pequeno, sua mãe era garçonete na cafeteria do hotel e seu pai, um dos cozinheiros. Ela usa um uniforme na época, mas agora vestia roupas de executiva e tinha um escritório no saguão." p. 172.

"Estas São As Reflexões do Meu Coração", conta a história de uma irresistível e incompreensível vontade de comprar uma máquina de escrever em um bazar da Igreja Metodista de Lakewood por uma mulher moderna e adequadamente equipada com as tecnologias dos dias de hoje. Mas antes que qualquer pessoa possa indagar o porquê disso, ela também comprou forminhas de sorvete Tuperware, iguaizinhas de quando ela era criança.

"As letras sussurraram na página, uma a uma. - Os Estados Unidos estavam em movimento - disse ele. - Havia gente trabalhando em escritórios lotados, pequenos apartamentos, nos trens. A Remington vendeu máquinas de escrever por anos e anos. Alguém disse: "Vamos fazer uma máquina menor e mais silenciosa. Vamos reduzir o barulho." E eles fizeram!" p. 201.
"Nossa Cidade Com Hank Fiset - De volta do passado". Hank é mandado para fazer uma matéria sobre um mercado de pulgas em Santa Alameda, quando encontra uma máquina de escrever Underwood que faz com que ele se recorde, e nos conte, é claro, sobre seu passado de uma forma resumidamente jornalística.

"Eu estava prestes a me retirar para a lanchonete para tomar uma rapadinha de limão quando pus os olhos em uma velha máquina de escrever, uma Underwood portátil de ébano que, sem brincadeira, brilhava ao com como um Hot Rod Springsteen." p. 210.

"O Passado é Importante para Nós", talvez seja o conto mais complexo de Tipos Incomuns, pois trata de uma Viagem no Tempo. Bert Allenberry é um bilionário que sente uma grande atração pelo passado. Depois de descobrir que poderia fazer viagens no tempo, conforme a empresa Aventuras Cronométricas afirmava, não teve dúvidas e pagou a bagatela de seis milhões de dólares a viagem. O destino era sempre a Feira Mundial de Nova York em 1939 e foi justamente lá no passado que Bert encontrou o que sempre procurou a vida toda.

"A área da feira era mantida impecável. Uma leve brisa balançava as bandeiras e os galhardetes. Os cachorros-quentes custavam 5 centavos. Os visitantes estavam vestidos com elegância, e algumas mulheres usavam até mesmo luvas." p. 219.
"Fiquem Com A Gente" é uma história contada no formato de roteiro e traz a história de um ricaço chamado Francis Xavier Rustan, ou simplesmente FXR e sua fiel secretária pessoal, Diane Mercury, ou simplesmente Srta. Mercury. Em uma bela manhã, FXR, para desespero da Srta. Mercury, resolve mudar os planos do dia e voar para uma região esquecida por Deus chamada Shepperton Dry Creek, para estudar a compra de toda a região para a construção de empreendimentos do grande FXR. Mas as coisas vão um pouco além disso, quando eles chegam e se hospedam no único lugar disponível, a pousada Olympus.

"EXT. UMA GRANDE PLACA - Desbotada, antiga, com tubos de neon quebrados e tinta descascando, que diz POUSADA OLYMPUS... Ainda visíveis há as grandes figuras de um homem e de uma mulher, ambos acenando para o tráfego inexistente, chamando em letras clareadas pelo sol "Fiquem com a gente!" p. 261.

"Procure o Costas" é uma história ora divertida, ora angustiante de Assan Chepik, um imigrante búlgaro, mas que vinha da Grécia. Seus primeiros dias em Nova York com algum dinheiro, sem entender o idioma e precisando de emprego e um lugar para morar. É assim que conhece Demetri Bakas, que ajudava imigrantes como Assan a conseguirem dar seus primeiros passos na América.

"Ele achou que tivesse dormido só por alguns minutos, mas, quando abriu os olhos, as sombras estavam mais compridas e viam-se pessoas diferentes no pequeno parque. Americanos que ignoravam um homem dormindo num banco." p. 321.
"Nossa Cidade Hoje Com Hank Fiset - Sua Evangelista, Esperanza", traz a última aparição do velho jornalista e conta a história de Esperanza Cruz-Bustermente, uma conselheira contábil de uma banco local em Orangeville, mas que é mais conhecida por seus serviços gratuitos de datilografia de documentos, cartas, inscrições e até recibos, sem contar as cartas de amor, para os analfabetos e aqueles que não tinham acesso à maravilha tecnológica que era uma máquina de escrever.

"Os pais de Esperanza, como muitos outros, aprenderam a datilografar com os evangelistas, depois ganharam a vida digitando mensagens, missivas e memorandos necessários ao público. Ninguém ficou rico, mas as frases eram gravadas no papel." p. 326.

"Steve Wong é perfeito", traz de volta os quatro amigos do primeiro conto de Tipos Incomuns para contar as proezas do grande Steve Wong, que é um grande mestre no jogo de boliche. Mais uma história divertida sobre uma das paixões dos norte americanos.

"Isso mesmo. O computador piscava JOGO PERFEITO JOGO PERFEITO JOGO PERFEITO enquanto o gerente tocava o sino de um velho navio atrás de sua mesa. Outros jogadores - que levam o boliche a sério - viravam-se e apertaram a mão de Steve, deram tapinhas em suas costas e pagaram por cada cerveja que pedi, provando que, sim, aqueles eram sapatos mágicos." p. 333.
Opinião: Tom Hanks apresenta em Tipos Incomuns (Algumas Histórias), personagens leves e cativantes. Não há nenhum conto em que você, por mais breve que seja, não se afeiçoe pelos personagens que Hanks criou. A liga entre todas as histórias, certamente, são as máquinas de escrever, que ora têm grande importância, ora são apenas "lembradas", mas sempre estão lá para o leitor.

A escrita de Tom Hanks é surpreendentemente leve, fluída e não cansa jamais. Em seu primeiro livro, Hanks nos traz situações que em sua maioria poderiam ser vividas por nós mesmos e algumas delas são extremamente parecidas com situações do nosso passado, o meu principalmente. Quem não se lembra das gostosas vésperas dos natais passados? Ou quem nunca teve um namorico com uma amiga de seu grupo?

Em outras situações, por exemplo a de Sue Glieber, podemos associar o sofrimento de seu inicio de carreira com qualquer uma de sucesso, seja estrondoso ou não. Afinal de contas, todo começo é muito difícil para qualquer um que queira algo bom e reconfortante em seu futuro. Então, por uma analogia, todos somos Sue Glieber em seu começo de carreira passando fome e humilhações, mas acreditando em si mesma até obter, finalmente, seu reconhecimento.
Acredito que todos os contos de Tipos Incomuns irão despertar lembranças em todos seus leitores, tamanha destreza de Hanks em transformar o comum em algo muito atrativo, divertido e emocional. 

Não se deixe levar pela leveza das histórias e achar que não existe divertimento e a tal da "moral da história", pois ela existe em praticamente todas elas. Tom Hanks não criou uma obra para mudar conceitos ou qualquer coisa do gênero, ele criou Tipos Incomuns para a nossa diversão e só. Mas isso não quer dizer que as críticas sociais não estejam lá, elas estão sim, sutis, não escancaradas, mas estão lá.

Outra coisa que pode chamar a atenção dos leitores é uma certa similaridade das histórias que Tom conta com as que ele já interpretou. Obviamente, que não são obrigatoriamente experiências de ator que ele "jogou" no papel para seus leitores, mas acredito que algumas delas irão chamar a atenção de quem já acompanha a carreira dele de ator, assim com eu acompanho.

Espero, sinceramente, que Tipos Incomuns (Algumas Histórias) de Tom Hanks e publicado pela Editora Arqueiro, seja, sim, um estrondoso recorde de vendas, pois histórias comuns, divertidas, leves e prazerosas são necessárias no nosso dia a dia de leitores. Acredito também que, como vocês já sabem, esse livro é realmente IMPERDÍVEL!
Sobre a edição: Tipos Incomuns (Algumas Histórias) vem no formato brochura característico das edições da Arqueiro. A capa é muito legal e remete bem ao que liga todos os contos do livro: Máquinas de escrever. A fonte é bem confortável e impressa em papel amarelado, o que ajuda muito a fluidez da leitura que já é fácil por si só. Os capítulos são intercalados com fotos de máquinas de escrever, que por sinal, são da coleção particular do próprio Tom Hanks. Realmente, uma edição muito bacana e robusta. Agradeço imensamente a Editora Arqueiro pelo envio do livro, gostei demais.
Sobre o Autor: Tom Hanks é ator, roteirista e diretor, além de produtor pela Playtone. Textos seus já foram publicados no The New York Times, na Vanity Fair e na The New Yorker. Dono de mais de 100 máquinas de escrever, Tom Hanks redige suas histórias em um notebook.

34 comentários:

  1. Olá, tudo bem?
    Não conhecia o livro e nem autor, e confesso que não é tipo de livro que gosto de ler. Mas gostei da resenha

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  2. Olá!
    Sou muito fã de Tom Hanks como ator, mas nem imaginava que tinha se aventurado na escrita! Adorei essa informação e com certeza vou procurar adquirir esse livro o quanto antes para ter contato com essa nova faceta dele. Obrigada pela dica!
    Bjs

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    1. Andrea, eu gostei bastante dessa faceta do Tom Hanks. O livro é muito legal. Obrigado pela visita. Beijos.

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  3. Que demais esse livro, eu não conhecia e o que me motiva a querer ler é saber que são diversos assuntos abordados e que prende ao leitor a ter diversas ações, isso me instiga sempre na maioria dos livros, adoro o Tom Hanks, então com toda certeza adoraria ler.
    Bjs

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    1. Morgana, o livro é muito gostoso de ler. Você vai gostar. Muito obrigado pela visita. Beijos.

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  4. Eu fiquei chocada quando soube que ele publicou um livro. Gosto muito do trabalho dele nas telas e fiquei com vontade de ler. Apesar de contos não ser um gênero que leio com frequência, pretendo dar uma chance sim, só para conhecer a narrativa dele. <3

    Sai da Minha Lente

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    1. Clayci, leia que você vai gostar bastante. Beijos e muito obrigado pela visita.

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  5. Achei muito legal que o Tom Hanks tenha publicado um livro e já ouvi muitos elogios. Quero muito conhecer a escrita dele.
    Beijos
    Mari
    Pequenos Retalhos

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    1. Mari, arrisque-se, pois tenho certeza que vai gostar. Muito obrigado pela visita. Beijos.

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  6. Desde que esse livro foi publicado eu tenho a maior vontade de ler, adorei a sua resenha e fiquei ainda mais curiosa para ler. Dica anotadíssima.

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    1. Beatriz, leia sim, pois é uma leitura muito gostosa. Muitíssimo obrigado e volte sempre aqui no Saga. Beijos.

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  7. Olá!
    Tom Hanks me surpreendeu com esse livro, os contos são bem interessantes e ainda temos oportunidades de conhecer vários locais mencionados ao longo das histórias. Confesso que não foram todas as que me chamaram atenção e o primeiro conto com a Anna, ô mulherzinha purgante hahaha fiquei com pena do cara. Mas no todo é uma ótima leitura.
    Beijos!

    Camila de Moraes

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    1. Camila, que bom que gostou, muito bacana, né?! Beijos e obrigado pela visita.

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  8. Olá!
    Que legal!Não sabia Tom Hanks escrevia.Gosto bastante de contos pois conhecemos um pouco de cada história e mundo.Me vi querendo ler os contos que parecem bastantes divertidos.
    Já irei anotar o livro.
    Beijos

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    1. Thalia, leia sim, tenho certeza que vai gostar. Beijos e obrigado pela visita.

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  9. Olá, que bom saber que além de bom ator, ele também se saiu bem como escritor nesse livro. Eu amo contos e pelo que pude ver na resenha, com certeza eu ia gostar dessa leitura.

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    1. Marijleite, vai gostar sim. Tenho certeza!! Beijos e obrigado pela visita.

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  10. eu tô louca pra ler desde que vi o lançamento... sou apaixonada pelo Tom Hanks como ator e certamente vou querer conferir essa faceta dele como autor... <3
    o livro´ta lindo, já quero pra ontem *--*
    bjs...

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    1. Maria, leia pra ontem....kkkk!! Vai adorar, tenho certeza disso. Beijos e obrigado pela visita.

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  11. Olá!

    Amo Tom Hanks mas ainda não li o livro, com certeza vou amar, ainda mais porque faz tempo que não leio um livro de contos, então o dele vem na hora certa para mim. Amo contos em que os protagonistas são gente como a gente.

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    1. Kamila, leia, pois o Tom Hanks mandou muito bem em Tipos Incomuns. Beijos e obrigado pela visita.

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  12. Uauuu, parece uma leitura muito delicinha <3 já quero. Gosto muito dessa coisa da gente se identificar com o comum.

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    1. Isabel, é muito boa mesmo!! Leia!! Beijos e obrigado pela visita.

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  13. Olá. Eu sou apaixonada pelo ator e há muito tempo não sentia tanta vontade de ler algo da editora como esse livro, é a mescla perfeita, o trabalho de um homem que aprecio, livro e contos, tudo que gosto.

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    1. Lilian, combinação perfeita. Agora é só aproveitar. Beijos e obrigado pela visita.

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  14. Amigo, eu não fazia ideia que ele tinha essa quantidade de máquinas de escrever. Na verdade eu não sabia que ele tinha nem uma, né? Mas, tá bom! hahahha
    Eu fiquei super interessada. Não sabia que esse livro era de contos. E sim, todos nós acabamos por nos encontrar em alguns contos que lemos na vida. Eu gosto muito de livros de contos. Os considero algo leve, ocasional... que posso ler um aqui, outro ali, e ir encaixando ou intercalando.
    Grande abraço. Continue com seu magnífico trabalho. Tô meio longe, mas sou muito fã do seu estilo.

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    1. Carol, minha querida. Sempre muito bom ler suas palavras. Agradeço pela amizade e suas opiniões sempre sinceras. Beijos e muitíssimo obrigado pela visita.

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  15. Olá, não conhecia o livro, mas pelos seus comentários parece que os contos estão bem bacanas e muito bem construídos pelo autor *-* Adorei a dica.

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    1. Jéssica, leia que vai gostar. Beijos e obrigado pela visita.

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  16. Oi, tudo bem? Que resenha mais intensa. Não poderíamos esperar menos de um ator tão incrível como Tom Hanks não é mesmo? Antes de eu nascer ele já brilhava em suas atuações. É muita experiência, bagagem, e vivência ao longo dos anos. Acredito que ele tentou ao máximo usar seu conhecimento para tornar esse livro ainda melhor. De todos os contos o que mais gostei foi da mulher que queria comprar uma máquina de escrever, e de Sue Glieber. No começo da carreira é preciso muita disciplina, foco e persistência para chegar onde queremos. Ótima indicação e resenha. Beijos, Érika =^.^=

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    1. Érika, que bom que gostou assim como eu. Muitíssimo obrigado e volte sempre por aqui. Beijos.

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  17. Estava curiosa a cerca deste livro e não tinha encontrado nenhuma resenha ainda, ou seja, esta sua foi muito bem vinda. Deu para conhecer um pouco de cada conto, e fiquei com vontade de ler.
    Bjs, Rose

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  18. Oi, tudo bem?
    Estou curiosa quanto ao lado escritor do Tom, e gosto dessas histórias que passam essa sensação de realidade!
    Bjs

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