[RESENHA #486] DRÁCULA - BRAM STOKER - Saga Literária

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quinta-feira, junho 21, 2018

[RESENHA #486] DRÁCULA - BRAM STOKER

Título: Drácula
Autor: Bram Stoker
Tradução: José Ignácio Coelho Mendes Neto
Editora: Via Leitura [Edipro]
Páginas: 384
Ano: 2017
ISBN: 9788567097374
Onde comprar: Amazon - Saraiva

Sinopse: "Bem-vindo à minha casa. Venha livremente. Vá em segurança; e deixe um pouco da felicidade que você traz!" Assim se apresenta o conde Drácula ao intrigado Jonathan Harker e ao cânone da literatura mundial. Nascia então, pela pena de Bram Stoker, a mais célebre encarnação dos demoníacos strigoi, os vampiros que há séculos habitam o imaginário de tantos povos. O protagonista é comumente associado à figura de Vlad Tepes, ou Vlad, o Empalador, príncipe da Valáquia do século XV que passou à história por sua crueldade e seu sadismo, mas também por sua luta contra a expansão islâmica na Europa. Vlad Tepes é celebrado como herói popular até hoje na Romênia e na Moldávia. Desde o seu surgimento, a maldição de Drácula, a bravura de seu rival, Van Helsing e do apaixonado Harker, o sofrimento da doce Mina e os mistérios de uma terra envolta em brumas e superstição encantam os leitores desta obra magnífica. Embora só tenha adquirido status de obra-prima décadas depois do lançamento, Drácula chamou atenção já na estreia, tendo sido considerado pelo jornal londrino Daily Telegraph, uma obra que suplanta as de grandes autores góticos da época, como Mary Shelley (autora de Frankenstein) e Edgar Allan Poe. Convidamos à apreciação desta nova edição de Drácula. Venha livremente e tente permanecer em segurança.

Resenha: Jonathan Harker, um advogado recém formado, recebeu a incumbência de ir até o castelo de um dos clientes de sua firma de advocacia, chamado Drácula. A localização de seu castelo era um tanto incerta para o jovem Harker, a única coisa que sabia era que ficava na fronteira da Transilvânia, Moldávia e Bucovina, no meio da cordilheira dos Cárpatos. Nem mesmo seu chefe sabia corretamente onde ficava o tal castelo, porém, bastava Harker seguir todas as orientações do conde que em cada parada que se fizesse necessária, ele seria muito bem direcionado, até que chegasse o ponto onde teria uma carruagem à sua espera para leva-lo até seu misterioso castelo. 

"O conde Drácula instruíra-me a ir ao hotel Golden Krone, que constatei ser, para meu grande deleite, antiquado demais, pois obviamente eu queria ver tudo o que pudesse dos costumes do país." p. 9.
Jonathan, foi logo bem recebido e obviamente, percebeu que já era esperado, tendo, de pronto, recebido uma pequena carta do conde, dando mais orientações de como continuar sua viagem. Foi então que começou a notar coisas estranhas entre as pessoas daquele lugar. Todos sabiam para onde ele estava indo e isso parecia ser inaceitável aos olhos das pessoas dali. Antes de partir para o último caminho para o castelo, a senhora dona do hotel chegou a tentar dissuadir Harker para que desistisse de ir até aquele lugar. Jonathan, apesar de achar muito estranho, tomou aquilo como pura superstição do povo daquele país.

"Era tudo muito ridículo, mas eu não me sentia à vontade. Porém havia negócios a tratar, e eu não podia deixar que nada interferisse." p. 11.

Eventualmente, Harker, chegou no castelo do conde Drácula, mas não sem antes ter uma experiência estranha durante o caminho que o fez chegar até lá. Chamas noturnas azuladas e uivos de lobos ao longe foi tudo o que ele pode ver na noite extremamente escura em que chegou ao seu destino. Mal sabia ele que ali naquele castelo, iria vivenciar horrores que marcariam profundamente sua alma.

"Ao menos a misericórdia de Deus é melhor que a desses monstros, e o precipício é alto e íngreme. Ao pé dele um homem pode dormir - como homem. Adeus a todos! Mina!" p. 59.

Do outro lado do mundo Mina Murray, não faz ideia dos horrores que seu noivo Jonathan está passando. Apesar de estar um pouco preocupada pela escassez de notícias, ela tem certeza que logo ela irá receber alguma carta de seu amado e querido noivo. Enquanto isso, ela se corresponde com sua amada amiga Lucy Westenra.
É através dessas cartas que Mina fica sabendo que Lucy acabou ficando noiva. Mas também que teve três pedidos em um único dia. John Seward, um médico e dirigente do asilo de lunáticos da cidade, se declarou, mas teve seu pedido negado por Lucy. Logo mais, o segundo pretendente, Quincey P. Morris, um simpático americano do Texas, também se declarou e igualmente não teve sorte. Mas Lucy tinha olhos apenas para Arthur Holmwood, que é justamente o terceiro e sucedido pedido do dia. Então era oficial, Lucy Westenra havia ficado noiva de seu querido Arthur.

Mesmo com as tentativas frustradas de Seward e Morris, ambos acabam se tornando amigos em suas tristezas, mas também ligados à felicidade de Arthur e Lucy, nascendo assim uma roda de amigos sinceros e que fariam tudo pela felicidade e bem estar de cada um deles. E foi logo depois dessa nova aliança que coisas estranhas começaram a acontecer, principalmente com Lucy.

Quando Mina chega na cidade para visitar Lucy, as coisas ficam um pouco mais alegres no começo. Lucy já estava a todo vapor com os preparativos de seu casamento com Arthur, o que, de certa forma, afetou um pouco Mina, pois já tinha se passado um mês sem notícias de seu querido Jonathan e ela só poderia esperar que estivesse tudo bem e que as notícias não tinham chegado apenas por algum atraso qualquer.

Ao mesmo tempo, o jovem médico John Seward, começa a se interessar um pouco mais por um de seus pacientes, Renfield, que passa a ter um interesse muito grande em insetos e aracnídeos, um zoófago, que além de tudo, parece ter um plano e está à espera de alguém que o libertará. Seward acaba o estudando mais intensamente e até lhe rende algumas liberdades para ver até onde o paciente pode ir, mas algo o intriga e ele não sabe muito bem o que é, mas logo isso seria elucidado.
Enquanto isso as coisas acabam ficando um pouco tensas quando Lucy começa a ter episódios de sonambulismo. Esses episódios se tornam tão intensos e perigosos que Mina começa a dormir junto de Lucy para poder impedi-la de sair pela madrugada. Mas Lucy também começa aparentar cansaço e uma palidez fora do comum, o que preocupa muito a Mina. Até então, ninguém havia relacionado os surtos de sonambulismo com a chegada de um navio russo no porto de uma forma aterradora.

"Um grande espanto tomou conta de todos quando perceberam que o navio, como que por milagre, havia encontrado o porto, pilotado por ninguém menos que um homem morto" p. 85.

Depois de um longo tempo e para apaziguar todo o seu desespero, Mina recebe notícias de seu amado Jonathan, que está em um hospital em Budapeste há mais de seis semanas. Vivo, porém muito abalado. Mina, parte quase que imediatamente para Budapeste para encontrar seu amado, deixando Lucy, com a certeza que ela está bem melhor. Porém, mal sabe ela, que com sua partida, as coisas começam a ficar mais ligadas e estranhas do que nunca: Renfield piora e chega até a fugir para uma propriedade em Carfax, ao lado do manicômio; Lucy começa a piorar e sua saúde fica muitíssimo abalada. John faz tudo o que pode até chegar ao momento em que não sabe mais o que fazer. Em uma tentativa desesperada de salvar a vida de Lucy, Sewer, requer a presença de um velho amigo e mestre: o professor Van Helsing.

A chegada de Van Helsing, traz mais perguntas do que respostas. Mas o velho professor tem seus métodos fora do comum e desconfia de algo que desafia a própria sanidade de qualquer pessoa normal, mas é assim que ele consegue se colocar em uma caçada que ainda vai tirar muitas vidas, inclusive algumas muito próximas dele.

"Ele pareceu tão confiante que eu, lembrando da minha própria confiança duas noites antes e do seu resultado desastroso, senti assombro e um vago terror. Deve ter sido minha fraqueza que me fez hesitar em contar ao meu amigo, e por isso senti mais ainda, como lágrimas não vertidas." p. 138.
Opinião: Tenho certeza absoluta que Bram Stoker, quando lançou seu livro Drácula, jamais imaginou que após mais de 120 anos depois, ele ainda estaria encantando, ou aterrorizando, gerações de leitores aficionados pela literatura de horror clássico ou gótico. Drácula teceu a forma e deu fama ao mais terrível, e muitas vezes também desejado, vilão de todos os tempos, começando pela literatura e se estendendo para todo tipo de mídia existente e a cada uma que é criada para o entretenimento. Mesmo não tendo sido o primeiro livro escrito sobre vampiros, Stoker, após muita pesquisa sobre lendas e principalmente sobre o Voivoda da Valáquia, Vad III, mais conhecido como Vlad, o empalador, definiu, com sua visão de um ser imortal que vive do sangue de seres vivos para se manter “vivo” durante séculos, toda uma geração de literatura gótica e fantástica que dura até os dias de hoje.

Mas apesar de todo seu brilhantismo, Drácula de Bram Stoker, só viu a luz do sucesso no começo do século XX com o advento do cinema no mundo. Incrivelmente, esse livro não rendeu praticamente nada, em termos financeiros, para Bram Stoker, que no final de sua vida estava tão pobre que após sua morte, sua viúva teve que vender todas suas notas e rascunhos sobre o livro em um leilão da Sotheby’s por literalmente uma miséria. Drácula começou a fazer fama quando sua viúva processou os realizadores do filme Nosferatu, alegando similaridades com o romance de seu falecido esposo. Porém, quando a fama chegou, foi para ficar.

Stoker nos leva a uma longa caminhada em busca da destruição de uma mal que poderia se tornar pandêmico em uma Inglaterra do século XVIII, não fosse a atuação de um grupo de amigos que, após uma terrível e dolorosa perda, descobrem os planos nefastos de um conde vindo da Transilvânia.

O sobrenatural é magistralmente mostrado em praticamente todas as aparições do grande vilão após sua chegada, que diga-se de passagem foi igualmente dramática e terrível, em Londres. Suas garras invisíveis são sentidas até mesmo à longas distâncias quando esse ser abjeto deseja e geralmente, quando isso ocorre, a tragédia também se apresenta prontamente.
Stoker conseguiu criar uma gama de personagens muito interessante, conseguindo ligá-los magistralmente, conforme a trama vai acontecendo. Um dos personagens mais enigmáticos e interessantes, na minha opinião, é R. M. Reinfield, que é controlado por Drácula e tem rompantes de loucura e sanidade fora do comum; e quando aparece na história é sempre um prazer inquietante.

Todo o romance é ditado por cartas ou diários dos personagens da trama, o que era muito comum naquela época. Mas esse formato em nada diminui ou estraga a narrativa desse fantástico romance.

Apesar de ser um livro de terror, Stoker, apresenta uma escrita romântica em muitos momentos da história, principalmente quando se trata de demonstrar o amor entre os “mocinhos” da caçada ao vilão. É nesse sentido que podemos ver como a sociedade se relacionava naquela época. O amor entre os amigos era algo quase irreal nos dias de hoje. As pessoas eram criadas para honrar seus nomes, seus amigos e amigas, companheiros e companheiras e isso é demonstrado constantemente durante toda a trama de Drácula. 

É realmente muito bonito de se ver quando um personagem diz que lhe tem amor e amizade por toda vida e que, e se, precisar basta chamá-lo para que se esteja ao seu dispor para o que der e vier. Algo que na atual sociedade é quase que extinto, infelizmente. O carinho que Stoker faz com que seus personagens se relacionem é algo extremamente tocante e muitas vezes quando você, meu caro leitor, deitar os olhos em uma linha onde o personagem chora de emoção para com os seus, tenho certeza que seus próprios olhos ficarão marejados, tamanha destreza desse escritor chamado Bram Stoker.
Claro está, meus amigos, que de nada valeria todo o esforço do autor se sua escrita não fosse boa o suficiente para nos contar essa grande história de horror e aventura; mas para nosso deleite, Stoker tem uma escrita bastante aconchegante, ágil e inteligente, o que faz com que a leitura flua de uma forma quase impossível de se interromper, o que traz mais uma qualidade a esse clássico absoluto.

Mas o grande brilhantismo de Bram Stoker, meu queridos leitores, é apresentar um romance gótico que delineou gerações da literatura mundial, ter moldado um monstro clássico, que ainda nos dias de hoje é remodelado e reutilizado à exaustão, sem praticamente tê-lo utilizado diretamente em toda a trama de Drácula, isso é realmente um toque de gênio absoluto. Leiam e me digam se não o é, por favor.

Nunca vou me cansar de ler esse grande clássico da literatura gótica, por isso digo que Drácula de Bram Stoker, publicado pela selo Via Leitura da editora Edipro, de forma alguma é imperdível é mesmo OBRIGATÓRIO.
Sobre a edição: Mais uma vez a editora Edipro acerta em cheio na edição de seus clássicos de horror. Drácula vem no formato brochura e com uma capa magistralmente linda e que esta no mesmo patamar de Frankenstein de Mary Shelley e O médico e o monstro de Robert Louis Stevenson, também publicados pela Edipro, fechando a trinca de horror clássico com uma enorme chave de ouro. Essa edição traz uma nova tradução, que ficou a cargo de José Ignácio Coelho Mendes Neto, trazendo algumas notas explicativas de rodapé, também vem com folhas amareladas e fonte bem agradável, tendo em vista a quantidade de folhas do romance. Mais uma vez tenho que agradecer e reverenciar todo o cuidado que a editora Edipro teve com esse, que é um dos meus livros preferidos de todos os tempos, Drácula de Bram Stoker.
Sobre o Autor: Bram Stoker (08/11/1847 - 20/04/1912) foi um escritor irlandês conhecido por ter escrito o clássico do terror 'Drácula', sua obra criou o mito literário do vampiro de hoje. Escreveu seu primeiro aos 16 anos. Tornou-se administrar do Royal Lyceum Theatre em Londres, trabalho que dividia com as histórias que escrevia, em geral com vampiros.

22 comentários:

  1. Amei o visual dessa edição. Eu sabia sobre o personagem que ia ao misterioso castelo, mas não sabia do envolvimento de todos esses outros personagens. Amei conhecer um pouco mais da história desse clássico através da sua resenha.

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    1. Obrigado, Mari. Leia que vai gostar. Beijos.

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  2. Olá Jeffa,
    Adorei sua resenha e fiquei encantada por ver que esse livro é, de fato, atemporal. Acho que ninguém imaginaria se perpetuar como Bram Stoker foi perpetuado. Eu fiquei intrigada para ler o livro, pois ele parece ser bastante diferente das histórias de Drácula que tenho visto por aí, mas o que mais chamou minha atenção foi a questão do sobrenatural, quero ver como isso foi trabalhado.
    Adorei sua resenha e vou anotar a dica.
    Beijos

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    1. Bruna, muito obrigado. Leia sim, sei que vai gostar. Beijos.

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  3. Eu ainda não li esse clássico, embora já tenha visto algumas adaptações cinematográficas. Tenho muita vontade, ainda que seja uma leitora que foge dos livros de terror. Não curto de modo algum esse gênero. Mas Drácula me interessa, pois sempre apreciei o universo sobrenatural envolvendo vampiros. E depois que adquiri "Drácula, Meu Amor", que parece ser uma releitura da história através do ponto de vista da Mina Murray minha curiosidade só aumentou.

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    1. Luna, aproveita e leia essa edição que está bem bacana. Muito obrigado. Beijos.

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  4. Olá, Jeffa!
    Eu li Drácula há alguns anos e achei muito peculiar a forma como foi escrito, boa parte em modo epistolar. Outra coisa que me chamou a atenção é que o próprio Drácula praticamente não tem qualquer diálogo (além dos descritos por John). Em todo o caso, não sabia sobre os fatos que você mencionou a respeito do autor e, de certo modo assustador, Drácula corria um sério risco de ficar no esquecimento se não fosse por Nosferatu. Já pensou, que desperdício?
    Bjs
    Lucy - Por essas páginas

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    1. Já pensou, Lucy? Drácula é um dos meus livros preferidos e sempre será. Beijos e muito obrigado.

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  5. Que edição maravilhosa! Essa é uma daquelas obras que me culpo demais por ainda nao ter lido, principalmente pela sua experiencia positiva em outros autores e histórias, é inegável a importancia de Bram para a literatura mundial, depois da sua resenha eu só percebi como estou perdendo uma história incrível! Espero ler o quanto antes.

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    1. Dayhara, cooooore e leia que você vai gostar demais. Beijos e obrigado.

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  6. Oi, tudo bem? Eu sinceramente amei sua resenha e o jeito que você escreve, mas o livro não me chama atenção. E eu também sou medrosa DEMAIS, então prefiro ficar com meu bom e velho romance mesmo, haha.
    Beijos
    https://porvarioslugares.blogspot.com/

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    1. Muito obrigado. Mas olha, tenho certeza que você iria se surpreender com esse romance sobrenatural. Tenta, quem sabe. Mais uma vez, muito obrigado e beijos, Ana e Lari.

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  7. QUE RESENHA!!! Adorei você ter esmiuçado a história e ter falado do autor com tanto respeito. Realmente temos aqui um personagem que se tornou mais popular, muito mais, que seu autor e isso é sempre positivo para uma obra, não é? Adorei
    Beijos

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  8. Olá
    Sou louca pelo Drácula, já assisti todas as edições de filmes possíveis, mas acredita que nunca li nada nem parecido? Eu estou babando literalmente na sua resenha, está totalmente detalhada e me deixando muito curiosa já que temos fatos e fatos que contem aquele tom de mistério.
    A dica está mais que anotada e mais uma vez tenho que elogiar sua resenha por que está impecável.
    Beijos

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    1. Bia, muito obrigado. Espero que goste bastante e não deixe de ler mesmo, pois vale muito a pena. Mais uma vez obrigado. Beijos.

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  9. Olá,
    apesar de curtir histórias vampirescas que contenham a história do conde Drácula e o do lendário Van Helsing, ainda não tive a oportunidade de ler nada a respeito, eu sequer sabia da existência desse livro mas agora que tomei conhecimento não posso conter o desejo de tê-lo em mãos o mais breve possível.

    Abraços!
    Nosso Mundo Literário

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  10. Olá!
    Nossa 120 anos e ainda esse sucesso entre os leitores, sinceramente não é pra qualquer um.
    Eu confesso que não é um tipo de leitura que me atraia, mas sua resenha está tão convidativa que fiquei até curiosa pra saber mais sobre esse personagem tão clássico.
    A edição está um capricho. Obrigada pela dica!

    Beijos!

    Camila de Moraes

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  11. Olá Jeffa!!!
    Stoker é um autor referência quando se trata de clássicos e saber que já fazem 120 anos que a obra prima dele foi lançada é de deixar qualquer um de queixo caído.
    Eu tenho curiosidade em ler "Drácula", afinal é um clássico e foi a partir dele que conhecemos a visualizar os vampiros. Porém, admito que a escrita em cartas me cansa mas nada que Stoker não contorne para mim rsrsrs

    lereliterario.blogspot.com

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  12. Uau... que resenha, meu Deus!
    Amei, de verdade... mas infelizmente eu não consigo ler livros de terror, apesar de ter um grande apresso pelo Dracula. A edição está realmente muito linda e me deixou encantada.


    beijos,
    Mayara

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  13. Não há como negar, Drácula sempre chama atenção para os fãs do gênero e o brilhantismo do autor se destaca em todos momentos, a história ou mesmo uma releitura dela me cativa, amei a capa e seus pontos destacados na resenha. abraços

    Joyce
    Livros Encantos

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  14. Olá, tudo bom?
    Eu tenho muita, mas muita vontade mesmo de ler este clássico gótico que ainda vem marcando gerações. Esta história sempre me instigou muito e sua resenha só fez aumentar minha curiosidade na história criada por Bram Stoker. Quero conferir essa amizade construída no livro e essa parte sobrenatural.
    Espero ler em breve ♥
    Beijos!

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